Madeira de Pinus

Imigrantes europeus trouxeram ao Brasil, há mais de um século, algumas espécies de Pinus para fins de arborização e produção de madeira. Tais árvores não se adaptaram à terra brasileira devido às diferenças climáticas entre a América e Europa.

Pinus

O Brasil, na década de 70, fomentou o reflorestamento no país com espécies de Pinus provenientes, desta vez, da América do Norte: pinus taeda e pinus elliotti. Denominadas como “pinheiros amarelos”, tais espécies tiveram maior plantio e crescimento nas regiões Sul e Sudeste.

O Pinus substituiu, em grande parte, a extração de espécies nativas, como a Araucária. Árvore de rápido crescimento, sua plantação é feita em escala industrial para abastecer a crescente demanda da construção civil, indústria moveleira e de embalagens e marcenaria em geral.

A matéria-prima proveniente do Pinus é utilizada, também, para a produção de papel, celulose e resinas diversas. O Pinus possui cor clara – entre o branco e o amarelo. Sua rusticidade e qualidade aumentam o cultivo da espécie no país com aplicações na produção de chapas OSB e compensados.
 


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Foto divulgação.

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